Se tem uma coisa que me tira do sério são caras que ficam tentando manter o contato, cultivando uma trepada em potencial… parecem aqueles marmiteiros banho-maria.
Quando resolvem comer, se resolvem, é aquela coisa morna, meia boca: comida de marmita requentada. Estive saindo com um cara, até uns dias atrás. O cara falava de sexo quase sem parar, contava inúmeras aventuras e vantagens, mas quando estávamos sozinhos, não rolava nem uns amassos mais ousados… Ele corria todas as vezes.
Sumia, quando via que eu também não ia procurá-lo, ligava, meu amor pra cá, meu amor pra lá, bla bla bla. Eu dava conversa, afinal, queria trepar, porra! Até que fui bem direta, ele, correu. Fui mais direta ainda, fomos para o motel.
Acreditem, trepamos uma única vez e ficamos as outras duas horas e meia restantes assistindo televisão. Nem no fim dos meus namoros tive trepadas tão insípidas!
À partir de agora, vou azedar antes da benevolência do cara em comer… mané ficar requentando! Se for para fazer sexo, vamos aproveitar o frescor, o calor da hora! Deleitar, se lambuzar, achar bom mesmo! Mesmo que seja o velho arroz com feijão de inúmeras vezes, que seja aquele da vó: delicioso.
Se for pra fazer sexo mais ou menos, prefiro usar minha mãozinha, que só pára quando gozo, sempre me faz gozar, eu não preciso sofrer na depilação, me produzir e ainda dividir a conta.

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