oral

Dia desses recebi a melhor chupada da vida! Descrevendo como foi, quem sabe a história se dissemine, a concorrência aumente e a qualidade do ‘serviço’ melhore. Em primeiro lugar, o cara estava barbeado! Estar barbeado no sexo oral dá à mulher uma sensação parecida com a que temos (sim, me incluo) quando chupamos uma buceta depiladinha, lisinha, hum… Fico pensando que uma boa chupada dada por uma mulher deve ser umas das coisas mais sublimes do mundo: boca e língua macias, rosto sem pelos espetando…
O cara tava barbeado e começou bem devagar, com a língua apenas, bem molhada e solta, lambendo em toda a extensão. Depois, botou a boca inteira e ficou beijando como se estivesse dando um beijo de língua, só na parte do clitóris. Nisso, eu já me soltei toda, fiquei completamente à vontade, entregue.
Ele continuou sem pressa, um tempão. Dava para ver que gostava e fazia com dedicação, deveria estar sentindo muito prazer também naquilo. Eu, cada vez flutuando mais alto. Usava muita saliva. Começou, no clitóris mesmo, sem desgrudar a boca, com movimentos LEVEMENTE mais rápidos para baixo e para cima, e em círculos… nessa hora dos círculos, delirei! Mas a velocidade, ainda lenta, não permitia gozar. Começou a usar a mão. Acho absolutamente imprescindível, já tive orgasmos tão intensos com o uso de apenas língua e mão que chego a questionar muito a necessidade de pintos em minha existência.
Em nenhuma hora ficou passando a língua rápida e dura, nem esfregando o rosto. Não desgrudou a boca, momento nenhum. Sugava fazendo vácuo, sem puxar com os lábios e numa área grande, enquanto passava a língua toda, não apenas a pontinha.
Colocou o dedo dentro de mim, não sei exatamente qual (is), nem quantos. Não conseguia mais prestar atenção… Mexia, coordenando movimentos de mão e boca, de uma maneira que jamais experimentei. Ora uma pressionado e  a outra friccionando, ora uma se movimentando em círculos e a outra em entra e sai, ora os dedos pressionando o ponto G. Por fim, o DELICIOSO dedo no cuzinho! Que não precisa fazer nada, nem ir fundo, só estar lá, paradinho, na portinha. Nessa hora, veio intenso como alguém que você espera faz tempo e chega trazendo o buquê de flores mais lindo que você já viu: um orgasmo que me fez relembrar a plenitude que o ato sexual pode proporcionar.
Ejaculei (isso é extremamente raro) e ele lambeu tudo, até os dedos.

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