Mini-mundo lésbico ou me ajude a ser menos palerma!

Logo depois de terminar o último namoro, “caí na vida”, afinal precisava fazer aquela dor dos infernos passar logo. Tinha emagrecido, estava gostosa elegante e vaidosa como jamais fora, e não existe lugar no mundo melhor que balada para fazer uma mulher bonita, com o vestido mais curto do guarda-roupa, maquiada e cheirosa ficar com a auto-estima lá em cima. Se essa balada for, no mínimo, gay-friendly, as chances de se dar bem multiplicam-se consideravelmente.
Beijei umas meninas durante o período pé-na-bunda-empurra-pra-frente, pelo menos três não perguntei nem o nome (não, não me envergonho, embora meu lado politicamente correto teime em sussurrar em meu ouvido que é vergonhoso). Agora, depois de um tempo, tenho a sorte (por enquanto sorte) de encontrar essas mulheres. A primeira foi num show, fiquei ensaiando ir falar com ela, pedir um contato e tals, nem fui… ela não me reconheceu, com certeza. Choveu, o show era a céu aberto, a perdi de vista para sempre (só para introduzir um drama básico).
A segunda encontrei numa festa bastante intimista, de um amigo próximo. Choquei absurdamente. Ela me reconheceu, sorriu. É linda: tipo mignon, toda pequena, uns cabelões escuros e compridos, a pele branca e a boca vermelha de baton, cara de sapeca. Apenas correspondi aos sorrisos dela.
A terceira foi esses dias. Fui na Fnac buscar um livro, qual não é minha surpresa quando dou de cara com a menina, funcionária de lá. Sei lá se me reconheceu ou se só achou “uau, que gostosona é essa olhando pra mim assim no corredor” hahaha. Especialmente esta tinha uma pegada sensacional, de dar vontade MESMO de ficar outra vez. De novo fiquei na dúvida sobre ir falar com ela ou não, a marvada desapareceu num piscar de olhos.
Não entendo bem minha incapacidade em flertar com mulheres, em puxar papo, etc. Nunca sei o que falar, temo sempre parecer idiota (como quase sempre os homens são, quando se aproximam). Mas também, o que se há de falar com quem a gente só viu a cara? Acho tão “pedinte” essa coisa de chegar elogiando, embora na maioria das vezes o elogio seja sincero e objeto do elogio seja o mesmo que nos fez aproximar. Mas dar na cara excessivamente faz as pessoas sentirem que nos têm nas mãos e aí, normalmente, baubau conquista.
Alguém aí tem uma maneira infalível de conquistar (tá, no mínimo se aproximar) de mulheres que pretendemos beijar mais de uma vez?

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